“A paixão tende a ligar as pessoas, mas o mundo real precisa forçá-las a criar entre elas uma pequena fresta para continuarem a ser dois seres independentes.” “Expressar a dor quando ela ocorre é vital para manter você e seu relacionamento a salvo. A dor é seu mensageiro particular. Se alguma coisa provoca dor, é porque aquilo é importante para você. E seu parceiro, ou parceira, deve ficar sabendo disso.”
Talvez brigar até seja bom, para que a distância (o ficar sem se falar) crie independência e ao mesmo tempo a saudade. Como é gostoso fazer as pazes, os dois ficam abertos e propensos a compreender o que se passa com o companheiro...
No entanto, se as brigas se tornarem repetitivas e estiverem levando ao afastamento do casal, é necessário que resolvam os conflitos de maneira científica, tal qual exposto no livro “Terapia do Amor — Não Renuncie a Si Mesmo” ( maravilhoso livro de auto-ajuda )
Isto deve ser feito quando você estiver:
“A - Cedendo — anular-se para aceitar o que os outros querem de você devido ao medo, obrigação ou culpa, esperando evitar conflito e desaprovação como resultado.
B - Tentando mudar e controlar o seu parceiro colocando culpa e/ou medo com a desaprovação, com críticas e ameaças.
Quando você está tentando controlar, você geralmente se sente:
* Frustrado ou irritado a maior parte do tempo;
* Crítico de seu parceiro;
* Justo e correto;
* Precisando saber tudo o que acontece com seu parceiro,
especialmente com quem ele passa o tempo;
especialmente com quem ele passa o tempo;
* Precisando de provas recorrente do amor de seu
parceiro.
parceiro.
C - Ficando indiferente para não ser afetado pelo outro e retraindo-se sexualmente, emocionalmente e/ou fisicamente. Excluindo a pessoa por meio de:
Trabalho, doença, TV, jornais, livros comida, drogas, álcool sono, esportes, passatempos e meditação
D - resistindo e rebelando-se ao não tomar suas próprias decisões a princípio, mas esperando pela decisão do seu parceiro e depois resistindo à decisão.”
“O casal geralmente acredita que tudo seria resolvido se o mau comportamento do outro pudesse ser mudado.”
Os seres humanos apaixonam-se, casam-se e lutam com todas as armas para colocar o ser amado nos trilhos, com ameaças do tipo: “Se eu não gostar do que você fizer, eu não vou mais te amar.”
No entanto, além de ser amados, precisamos ser nós mesmos, ao obedecermos o parceiro na tentativa de conquistá-lo, conseguimos justamente o contrário.
Pois quem irá amar uma pessoa sem auto-estima, mendicante e nula diante da vida?
Pois quem irá amar uma pessoa sem auto-estima, mendicante e nula diante da vida?
Os conflitos são uma oportunidade de crescimento. Porém antes de qualquer briga é bom que o parceiro insatisfeito se faça pelo menos estas duas perguntas:
1) Que razões importantes o meu parceiro tem para se comportar desta forma?
2) Por que o comportamento dele me irrita desta maneira?
Se a raiva não passar, sugiro que a pessoa ofendida abra seu coração para a pessoa amada, dizendo o quanto e como aquele comportamento a está magoando. É bom evitar dizer coisas muito fortes que possam magoar muito ou deixar cicatrizes.
É importante também propor uma solução. Sugerir um determinado comportamento, sempre lembrando à pessoa amada de que a obediência incondicional levará ao desamor.
Caso você veja um casal brigando, mas que não se largam, fique na sua. Provavelmente um dos dois não tem amor próprio, não acredita em si mesmo e gosta dessa situação, pois o outro fala o que ele acredita ser.
Por: Desejo.do Prazer




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