O programa “Penetra”, do canal “Sexy Hot”, Rossana Freire já entrou em set de filme pornô, foi a casas de swing, visitou feiras eróticas… Mas, na intimidade, a apresentadora não faz o tipo despudorada. A gaúcha de 26 anos diz que acha saudável falar sobre sexo, e que é muito bem-resolvida quanto ao assunto.
Mas não é fã de transa casual e, na cama, gosta de exclusividade – nada de experiências a três, por exemplo. “Acho que não ia conseguir administrar. Sei do que gosto”.
Com suas andanças por causa do programa, Rossana conta que já ganhou vários “produtinhos”, como ela diz. Alguns, a apresentadora acredita que podem incrementar na hora H. Mas nunca para se satisfazer sozinha. “Penso que solidão nessas horas não é uma boa ideia (risos).”
Confira a entrevista.
Confira a entrevista.
Há dois meses você está à frente do ‘Penetra’, do ‘Sexy Hot’.
Como tem sido sua experiência no programa?
Nas primeiras gravações fiquei na expectativa, era um mundo novo para mim. Na primeira matéria, visitei um set de filme pornô. Depois disso, fui a casas de swing, uma feira erótica em São Paulo, acompanhei uma massagem tântrica, entrevistei empresários do ramo de venda e fabricação de produtos eróticos… até dançar com uma cobra eu dancei (risos).
Como tem sido sua experiência no programa?
Nas primeiras gravações fiquei na expectativa, era um mundo novo para mim. Na primeira matéria, visitei um set de filme pornô. Depois disso, fui a casas de swing, uma feira erótica em São Paulo, acompanhei uma massagem tântrica, entrevistei empresários do ramo de venda e fabricação de produtos eróticos… até dançar com uma cobra eu dancei (risos).
Falar de sexo sempre foi natural para você? Sempre, não. Tudo é com o tempo, mas já falava de uma forma supernatural bem antes de apresentar o ‘Penetra’. Acho saudável falar sobre sexo.
Sexo para você sempre foi sem neuras? Sempre foi bem-resolvida na cama?
Sim, ainda bem. Não tenho nenhum problema quando o assunto é sexo. Nisso sou bem-resolvida e feliz (risos).
Como foi sua primeira vez?
Linda! Foi em Porto Alegre, em pleno inverno. Tinha 16 anos e estava no banco de trás do carro do meu namorado na época, ao som de “More Than Words”, do Extreme. Hoje em dia ele é o meu melhor amigo, tenho o maior orgulho deste momento!
Linda! Foi em Porto Alegre, em pleno inverno. Tinha 16 anos e estava no banco de trás do carro do meu namorado na época, ao som de “More Than Words”, do Extreme. Hoje em dia ele é o meu melhor amigo, tenho o maior orgulho deste momento!
Como os homens lidam quando você conta o que faz? A reação sempre é positiva. Eles puxam assunto, sempre têm muito o que falar sobre isso.
Já houve algum produto ou lugar que você tenha conhecido numa pauta e que tenha testado depois, na sua intimidade? Ganhei alguns produtinhos (risos)…
Tem pudor para falar sobre algum assunto? Acho que todos temos. Falo quando estou a fim.
Vale sexo sem compromisso? Estou cada vez mais exigente. Sexo tem que ser com amor .
O que seria uma transa inesquecível? Com alguém muito especial, em um lugar diferente e com a mesma sintonia entre o casal. Isso, aliás, é o mais mágico pra mim.
Acha que apetrechos eróticos podem ajudar na hora H? Sim. Alguns podem incrementar bem. Sexo sozinha pode ser bom? Eu penso que solidão nessas horas não é uma boa ideia (risos).
E quando são mais de duas pessoas envolvidas? Já teve uma experiência assim? Não. Acho que não conseguiria administrar. Sei do que gosto.
O que faz para seduzir? Um roupa certa para a ocasião certa; um perfume gostoso; poucos olhares, mas certeiros; cruzada de pernas; mexer no cabelo; uma conversa agradável… Tudo isso funciona muito bem.
Fotos: Paparazzo






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